O Nascimento do Pequenino Deus
O Nascimento do Pequenino Deus
O Grupo da Melhor Idade “Flores
Belas”, da ONG “Pro Dia Nascer Feliz”, encena, em sua décima edição, nesta
sexta-feira, 18 de Dezembro/2015, às 20h, na praça Getúlio Vargas, centro de Santa
Rita/Pb, o Auto de Natal “O nascimento do pequenino Deus”, com direção de
Adriano Araújo, Nynho Morais e Luiza Flores.
A trupe Flores Belas, composta por 08
(oito) palhaços e palhaças de circo sem lona, levarão a magia dos picadeiros
para narrar a história do nascimento de Jesus Cristo com muita alegria. O casal
de palhaços Maria e José relembra a história construindo um bom duelo de quem
sabe mais.
Segundo o diretor Adriano Araújo,
utilizar elementos circenses para contar de forma festiva a chegada do
pequenino Deus é resgatar a tradição cultural dos pequenos e grandes circos.
Dois grandes palhaços estão sendo
homenageados in memorian. O santarritense Parafuso, também conhecido como Tio
Paulo, e o pernambucano radicado em Joao Pessoa, Pirulito, personagem de Ismar
Pompeu, serviram de inspiração para concepção artística da montagem do
espetáculo. Brincadeiras como o que é “o que é?” trazem velhas e boas lembranças
dos fatos que marcaram a vinda do pequeno Deus salvar à humanidade.
A festa do nascimento será celebrada
pelo boi de reis do grupo de cultura popular Massapê e da dança dos arcos. As
cenas tradicionais irão acontecendo em comum acordo com as lembranças dos
palhaços e das palhaças. O cenário do espetáculo é um picadeiro sem lona em contraponto
com o adro do Santuário Paróquia Santa Rita de Cássia, onde acontecerão as
cenas tradicionais, distribuídas por vários planos, como janelas, torre,
escadas e uma gruta natural, que será utilizada de modo a oferecer verdade
cênica às imagens bíblicas. Os figurinos e adereços têm assinatura de Luiza
Flores, que optou por utilizar tecidos que vão do cetim ao algodão da Bahia,
mesclando o colorido com o rústico.
A cidade de Santa Rita teve, outrora, uma forte tradição em receber circos
de diversas partes do país, especialmente num terreno conhecido popularmente
por Papo da Coruja, que serviu por muito tempo como local de diversão para várias
gerações.
Para Luiza flores, Adriano Araújo e Nynho
Morais, fazer arte na terceira idade é romper barreiras, é quebrar paradigmas
no processo de construção dos personagens, notadamente com relação à
memorização dos textos, haja vista a diminuição natural do processo de memorização,
assim como das capacidades cognitivas, físicas e motoras, e também é provar que
tudo é possível quando se quer.
A trupe destaca a importância das
parcerias com a Prefeitura Municipal de Santa Rita, através da sua Secretaria
de Cultura Desporto e Turismo, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano,
a gráfica SEDIC, o Centro Social Urbano Francisco Leocádio Ribeiro Coutinho, o estúdio
DMIX, o gabinete da deputada Estela Bezerra e o Santuário Santa Rita de Cássia,
que viabilizaram a realização do evento.

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